Jovens veterinários sofrem mais com estresse

Young veterinarians suffer most from stress

Perth, Australia – Cerca de um terço dos veterinários entrevistados em um estudo psicológico na Austrália relataram baixa saúde psicológica, com doutores mais jovens sofrendo mais por estresse relacionado ao trabalho e ansiedade, descobriram os pesquisadores.
Entitulada “Bem-estar psicológico dos veterinários australianos”, o estudo utilizou um questionário auto-aplicado que incluía perguntas sobre saúde geral e demografia, bem-estar psicológico, percepções de saúde específicas do ofício, características disposicionais e apoio social.

O estudo utilizou escalas psicológicas padrão para medir distress¹, ansiedade e níveis de depressão nos 2.125 veterinários que responderam o questionário, e então comparou os dados entre diferentes subgrupos veterinários e outras profissões.

O estudo, conduzido por pesquisadores da University of Western Australia em Perth e a Monash University em Melbourne, descobriu que veterinários mais jovens possuíam maiores chances de sofrer problemas psicológicos do que aqueles com mais experiência. Idade crescente, tempo crescente em seus empregos, anos crescentes desde a graduação e gênero masculino foram fatores associados com menores sinais de estresse, ansiedade e depressão.

Comparados com a população geral, veterinários experimentam mais emoções negativas no trabalho, mas eram de outras maneiras similares a outros grupos profissionais, descobriu o estudo.

Em sua conclusão, os pesquisadores disseram que corpos profissionais de veterinária podem considerar prover treinamento para lidar com estresse relacionado ao trabalho e depressão.

O estudo foi publicado na edição de março de 2009 do Australian Veterinary Journal.

Traduzido e adaptado de DVM 360.

Se você é médico veterinário em começo de carreira, preze pela sua qualidade de vida. Valorize-se!

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¹ A idéia de distress está muito ligada à evolução do conceito de estresse. Os diferentes fatores estressantes poderiam induzir formas benéficas e/ou danosas de estresse (eustress e distress, respectivamente). A incapacidade para superar a vivência de experiências estressantes desgasta o indivíduo, levando a uma ruptura do bem-estar individual, o que constituiria o distress. (Conceito retirado do artigo científico “Epidemiologia do distress psicológico: estudo transversal de base populacional” de SPARRENBERGER, SANTOS e LIMA, 2003. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-89102003000400007&script=sci_arttext)

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Novo link em inglês

The Australian Psychological Society – neste link estão tópicos interessantes sobre estresse, trabalho em equipe e comportamento no ambiente de trabalho, e em breve teremos artigos traduzidos neste blog!

Entenda a psicologia de sua equipe!

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Trabalho em equipe: basta apenas uma pessoa para estragar um time bem preparado

Apenas uma pessoa com um desempenho ruim em um grupo de pessoas fazendo um trabalho conjunto e organizado é o suficiente para fazer que a equipe toda tenha mais dificuldades na resolução de problemas.

A pesquisa, apresentada à Sociedade Australiana de Psicologia e liderada por Benjamin Walker, da Universidade de New South Wales, examinou o nível de conscienciosidade – um traço de personalidade ligado à autodisciplina, orientação para os deveres e para atingir os objetivos – de um grupo de trabalho e, de certa forma, testou o ditado popular que diz que “é preciso apenas um elo fraco para fazer a corrente quebrar”.

A conscienciosidade tem duas faces: uma delas é a disciplina para atingir um determinado objetivo e outra, ser cuidadoso com o que faz”, explica Walker, cujo estudo envolveu mais de 150 estudantes divididos em 33 grupos.

“Nós descobrimos que apenas uma pessoa que não ajudasse ou apoiasse os companheiros era o suficiente para fazer o time menos satisfeito com a situação e ter um pior desempenho”, diz o pesquisador. Outros tipos de comportamento, como a impulsividade, por exemplo, não impactavam tão negativamente o desempenho do grupo.

Outro ponto observado foi o número de integrantes pouco proativos – que não realizavam adequadamente suas funções – para deixar o grupo menos satisfeito com o que estavam realizando. “O estudo mostrou que apenas uma pessoa fazendo algo com pouca habilidade ou não contribuindo para o grupo tem um grande impacto em todos. Mesmo que outras pessoas estejam fazendo mais do que deveriam, elas não compensam o efeito do ‘elo fraco’ e o grupo não fica mais satisfeito de uma forma em geral”, finaliza Walker.

Do UOL.

Notícia original no site da Australian Psychological Society.

Como você seleciona sua equipe? No estresse diário de sua clínica, consultório ou hospital veterinário, como você lida com membros que desmotivam o resto da equipe?

Pior ainda, será você o desmotivador da sua equipe?

Reflita!

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Breve!

6ª turma do Curso de Responsabilidade Técnica para Clínicas e Pet Shops no Rio de Janeiro!

Aguardem!

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Motivacional

O que impede você, clínico de pequenos animais, de se destacar?

Ótima semana!

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