A Síndrome Burnout em Medicina Veterinária

RABELO, R. C.; SANCHES, J. F.
Journal LAVECC – ISSN 1688-6100 3(4) 2011, pp 286-300

ABSTRACT

The Burnout has been much studied in the field of human medicine, nursing and education, demonstrating all differences between job stress and personal stress. This review aims to demonstrate the importance of burnout and why it should be studied among professionals in veterinary medicine.

Key words: burnout, veterinary medicine, stress

RESUMO

O Burnout é muito estudado na área de medicina humana, enfermagem e educação, demonstrando as diferenças entre o estresse do trabalho e o estresse pessoal. Esse trabalho visa demonstrar a importância do Burnout e o motivo pelo qual ele deve ser estudado entre os profissionais da área de medicina veterinária.

Palavras-chave: Burnout, medicina veterinária, estresse

1. BURNOUT E A MEDICINA VETERINÁRIA

Mesmo com o grande crescimento do mercado pet, os médicos veterinários não são devidamente reconhecidos perante a sociedade como profissionais importantes na área da saúde, sua formação ainda não recebe o devido respeito, e há dificuldades no sentido de criar um ambiente técnico mais apropriado, principalmente  nos serviços de pequeno porte. Esse ambiente com falta de recursos e de reconhecimento profissional se mostra potencial causador de estresse, proporcionando um esgotamento físico e mental ao profissional veterinário.

Nos últimos anos, muito foi estudado sobre a relação entre o estresse ocupacional e a saúde mental dos trabalhadores devido aos altos níveis de incapacidade temporária, absenteísmo, aposentadoria precoce e risco a saúde associada à atividade profissional.

Por definição, o Burnout é uma condição de sofrimento psíquico relacionada ao trabalho. Esta síndrome está associada com alterações fisiológicas decorrentes do estresse (com maior risco de infecção, alterações neuroendódrinas e aumento do risco de doença cardiovascular), além dos transtornos depressivos e de ansiedade, em associação com implicações socioeconômicas graves (absenteísmo, abandono de especialidade, queda de produtividade).

Alguns modelos de estrutura de trabalho fora criados no sentido de incluir a avaliação da capacidade do profissional de se adaptar ao estresse e ao desenvolvimento da síndrome Burnout, além de gerar o controle do trabalho e das suas demandas psicológicas resultantes, além do equilíbrio entre esforço e recompensa no trabalho que permanentemente estimula as reações emocionais e psicológicas.

A escolha desse tema foi importante, considerando que essa síndrome é um fenômeno pouco conhecido em nossa realidade. Esta revisão tem por objetivo esclarecer algumas dúvidas a respeito dessa síndrome e será de benefício para os profissionais da medicina veterinária, tendo em vista que a mesma pode acometer muitos profissionais da área.

Ao conhecimento do autores não há estudos que descrevam esse tipo de esgotamento na área de Medicina Veterinária, como já foi amplamente estudado entre os profissionais da área de enfermagem, medicina e educação.

2. O ESTRESSE PROFISSIONAL E A SÍNDROME BURNOUT

A ocorrência de estresse profissional já foi observada em todas as partes do mundo como um importante fator causal de morbimortalidade, e de perda da saúde mental e do bem estar do trabalhador.

O Burnout não é um problema do indivíduo, mas do ambiente social no qual o indivíduo trabalha, portanto é possível que o estresse profissional possa conduzir também o profissional da medicina veterinária a desenvolver esta síndrome.

A preocupação com o estresse é mundial, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a considerá-la uma epidemia global com diversos fatores agravantes ou atenuantes a situação. Selye (1951) define que o “Estresse é uma alteração fisiológica que se processa no organismo quando este se encontra em uma situação que requeira dele uma reação mais forte que aquela que corresponde a sua atividade orgânica normal”.

De modo geral, há uma tendência em se considerar o estresse ocupacional como um processo estressores-respostas, já que este consiste no enfoque mais completo e engloba aquele baseado nos estressores e o baseado nas respostas.

Apesar das peculiaridades de cada tipo de definição e de modelos existentes para explicar o estresse ocupacional, foi constatado em um consenso de especialistas da área de que as percepções dos indivíduos são mediadoras do impacto do ambiente de trabalho sobre o indivíduo, para algo na organização ser um estressor, ele precisa ser percebido como tal pelo empregado. O estresse ocupacional pode ser definido, portanto, como um processo em que o indivíduo percebe demandas do trabalho como estressores, os quais, ao exceder sua habilidade de enfrentamento, provocam no sujeito reações negativas.

Em relação aos estressores organizacionais, estes podem ser de natureza física (por exemplo, barulho, ventilação e iluminação do local de trabalho) ou psicossocial, sendo que os últimos têm despertado maiores interesses nos psicólogos organizacionais. Entre os estressores psicossociais, destacam-se os estressores baseados nos papéis, os fatores intrínsecos ao trabalho, os aspectos do relacionamento interpessoal no trabalho, a autonomia/controle no trabalho e os fatores relacionados ao desenvolvimento da carreira.

Outra categoria de estressores refere-se ao relacionamento interpessoal no trabalho. A grande maioria das ocupações envolve interações entre pessoas, sejam entre colegas de mesmo nível hierárquico, superiores e subordinados, seja entre empregados e clientes. Quando essas interações resultam em conflitos tem-se outra fonte de estresse (GLOWINKOWSKI e COOPER, 1987; JEX, 1998).

Silva e Marchi (1997) afirmam que o estresse é um estado intermediário entre saúde e doença, um estado durante o qual o corpo luta contra o agente causador da doença; quando se confronta com um agressor (estressor) o corpo reage. Essa reação tem três estágios: alarme, resistência e exaustão.

A fase de alarme consiste em uma fase muito rápida de orientação e identificação do período, preparando o corpo para a reação propriamente dita, ou seja, a fase de resistência. Lipp e Malagris (1995) acrescentam que às vezes as sensações não se identificam como estresse, é por isso que muitos não se dão conta de que estão neste estado.

A fase de resistência é uma fase que podem durar anos. É a maneira pela qual o corpo se adapta a nova situação. É parte do estresse total do indivíduo e se processa de dois modos: sintóxico (tolerância e aceitação) e catotóxico (contra, não aceitação). Para Lipp e Malagris (1995), isto ocorre quando a pessoa tenta se adaptar a nova situação, restabelecendo o equilíbrio interno.

A fase de exaustão consiste em uma extinção da resistência, seja pelo desaparecimento do estressor o agressor seja pelo cansaço dos mecanismos de resistência. Então é nesse caso que o resultado será o da doença ou mesmo um colapso.

Esse estresse crônico e permanente leva o trabalhador a Síndrome de Bournout. A sensação de estar acabado, ou síndrome profissional, é um tipo de resposta prolongada a estressores emocionais e interpessoais crônicos do trabalho. Segundo Maslach e Jackson (1981) apud Codó (1999), na Síndrome de Bournout, o trabalhador se envolve afetivamente com seus clientes, se desgasta e num extremo, desiste, não agüenta mais, entra em Burnout.

3. BURNOUT
Freudenberger (1974) descreveu, em 1974, o Burnout como um “incêndio interno” resultante da tensão produzida pela vida moderna, afetando negativamente a relação subjetiva com o trabalho. Segundo Maslach o Burnout é uma síndrome psicológica resultante de estressores interpessoais crônicos no trabalho e caracteriza-se por: exaustão emocional (fadiga intensa, falta de forças para enfrentar o dia de trabalho e sensação de estar sendo exigido além de seus limites), Despersonalização (distanciamento emocional e indiferença entra relações de trabalho ou aos usuários do serviço) e diminuição da realização pessoal (expressa como falta de perspectiva para o futuro, frustração e sentimentos de incompetência e fracasso).

A síndrome de esgotamento profissional integra a Lista de Doenças Profissionais Relacionadas ao Trabalho (Ministério da Saúde, Portaria nº 1339/1999) (17). Está classificada sob o código Z73.0 (Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão – CID 10), como problema que leva ao contato com o serviço de saúde.

3.1 Sintomas Físicos

• Fadiga constante progressiva: a sensação de falta de energia e vazio interno é o sintoma mais referido pela maioria das pessoas acometidas pelo Burnout. Muitas vezes as pessoas relatam que, mesmo depois de uma noite de sono, acordam cansadas e sem ânimo para nada;

• Dores musculares ou osteomusculares: as mais freqüentes são dores na nuca e ombros. As dores na coluna cervical e lombar também possuem alta incidência;

• Distúrbios do sono: apesar do cansaço e da sensação de peso nas pálpebras, a pessoa não consegue conciliar o sono, ou dorme imediatamente, acordando poucas horas depois e permanecendo desperta do cansaço. Sono agitado e pesadelos;

• Cefaléias, enxaquecas: em geral, as dores de cabeça são do tipo tensional. Há relatos desde o latejar das têmporas até dores persistentes e intensas em que a pessoa não suporta nem um mínimo de som;

• Perturbações gastrintestinais: podem ter intensidades que vai desde uma “queimação” estomacal, gastrites, podendo evoluir até para uma úlcera. Náuseas, diarréias e vômitos são referidos. Em algumas pessoas, observa-se a perda do apetite, levando a um emagrecimento significativo, enquanto em outras há um aumento no consumo de alimentos, com conseqüência opostas;

• Imunodeficiência: diminuição da resistência física, acarretando resfriados ou gripes constantes, afecções na pele como prurido, alergias, herpes, queda de cabelo, aparecimento ou aumento de cabelos brancos;

• Transtornos cardiovasculares: neste item há relatos desde hipertensão arterial, palpitações, insuficiência cardiorrespiratória, até mesmo infartos e embolias;

• Distúrbios do sistema respiratório: dificuldade para respirar, suspiros profundos, bronquite, asma;

• Disfunções sexuais: diminuição do desejo sexual, dores nas relações e anorgasmia (no caso das mulheres), ejaculação precoce ou impotência (nos homens);

• Alterações menstruais nas mulheres: atraso ou até mesmo suspensão da menstruação.

3.2 Sintomas Psíquicos

• Falta de atenção, concentração: a pessoa denota dificuldade de ater-se no que esta fazendo. Parece estar sempre “distante”. Por vezes, sua atenção é seletiva, isto é, mostra-se distraída, sem interesse;

• Alterações da memória: tanto evocativa como de fixação. Apresenta lapsos de memória; muitas vezes para de realizar uma atividade que estava fazendo por não saber mais por que a realizava, precisando retornar ao local ou momento anterior para tentar recordar-se;

• Lentidão do pensamento: os processos mentais tornam-se mais lentos, assim como o tempo de resposta do organismo;

• Sentimento de alienação: a pessoa sente-se distante do ambiente e das pessoas que a rodeiam, como se nada tivesse a ver com ela, como se as coisas fossem irreais;

• Sentimento de solidão: muitas vezes decorrente do traço anterior, a pessoa sente-se só, não compreendida pelos demais;

• Impaciência: há uma constante pressão no que se refere ao tempo, sentindo que este é sempre menor do que gostaria. Torna-se intransigente com atrasos, esperar passa a ser insuportável;

• Sentimento de impotência: há sensação de que nada podem fazer para alterar a atual situação, sentindo-se vítima de uma conjuntura superior as suas capacidades;

• Labilidade emocional: presença de mudanças bruscas do humor. Em um momento pode estar bem, rindo, passando a um estado de tristeza ou agressividade em poucos minutos, por vezes sem um motivo manifesto ou diante de um acontecimento aparentemente insignificante;

• Dificuldade de auto-aceitação, baixa autoestima: a imagem idealizada e a observada de si mesmo encontram-se distantes. Sente que a percepção de si e seus ideais estão longe do que vem apresentando, trazendo uma insuficiência, de fracasso, levando a uma deterioração de sua auto-imagem;

• Astenia, desânimo, desforia, depressão: realizar uma atividade, mesmo que de pouca importância, é sempre custosa. Suas reações tardam mais que o habitual. Há um decréscimo do estado de animo, perda do entusiasmo, levando a desforia que, sem a devida intervenção, pode evoluir para uma depressão;

• Desconfiança, paranóia: sentimento de não poder contar com os demais, que as pessoas se aproveitam de si e de seu trabalho, recebendo muito pouco ou nada em troca. Por vezes, a desconfiança se acentua levando a paranóia, crendo que os demais armam situações premeditadas apenas para prejudicá-lo intencionalmente;

3.3 Sintomas Comportamentais

• Negligência ou escrúpulo excessivo: como reflete dificuldade de atenção, pode vir a descuidar-se em suas atividades ocupacionais, podendo causar ou ser vítima de acidentes. Outros, por sentirem esta dificuldade, passam a ter uma atuação mais detalhista, justamente para não incorrer em equívocos, acarretando lentidão nas atividades. Pode haver também a tendência a voltar a rever várias vezes o que já foi realizado;

• Condutas aditivas e evitativas: probabilidade do aumento de café, álcool, fármacos e drogas ilegais, absenteísmo, baixo rendimento pessoal, distanciamento afetivo dos clientes e amigos;

• Irritabilidade: revela pouca tolerância para com os demais, perdendo muito rapidamente a paciência. Tal atitude é até natural, considerando que esta conduta tende a aumentar em pessoas que dormem mal;

• Incremento da agressividade: denota dificuldade em se conter, passando facilmente a comportamentos hostis, destrutivos, mesmo que o acontecimento desencadeante não seja de grande importância;

• Incapacidade para relaxar: apresenta constante tônus muscular, rigidez. Inclusive em situações prazerosas, esta sempre em alerta, como se a qualquer momento algo pudesse acontecer. Não consegue desfrutar de momentos de lazer, de férias. Mesmo que se proponha a descansar, sente como se não pudesse parar o curso do pensamento, como se seu cérebro estivesse em constante atividade;

• Dificuldade na aceitação de mudanças: denota dificuldade em aceitar e se adaptar a novas situações, pois isto demandaria um investimento de energia de que não mais dispõe. O comportamento desta forma torna-se mais rígido, estereotipado;

• Perda de iniciativa: também decorrente do citado acima, a pessoa dá preferência às situações rotineiras, conhecidas, evitando tornar iniciativa que lhe exigiriam o dispêndio de doses extras de energia, seja esta mental ou física;

• Aumento do consumo de substâncias: há uma tendência ao incremento no consumo de bebidas alcoólicas ou mesmo “cafezinho”, por vezes fumo, tranqüilizantes, substâncias lícitas ou até mesmo ilícitas. A farmacodependência não deve ser desprezada em casos de estresse e Burnout;

• Comportamento de alto risco: pode vir a buscar atividades de alto risco, procurando sobressair-se ou demonstrar coragem, como forma de minimizar o sentimento de insuficiência. Pode tratar-se de manifestação inconsciente no intuito de dar fim a vida; que vem sendo sentida como tão adversa;

• Suicídio: existe maior incidência de casos de suicídios entre profissionais da área da saúde do que na população em geral.

3.4 Sintomas Defensivos

• Tendência ao isolamento: um tanto pela sensação de fracasso, pela não aceitação da situação como esta vem se apresentando e, por outro lado, sentimento de que os outros (clientes, colegas) é que são os responsáveis pela atual circunstância, a pessoa tende a distanciar-se dos demais, como forma de minimizar a influência destes e a percepção de insuficiências;

• Sentimento de onipotência: ainda para tentar compensar a sensação de frustração e incapacidade, alguns reagem passando a imagem de autossuficiência. Pode ser também uma reação ao sentimento de paranóia;

• Perda do interesse pelo trabalho (e até pelo lazer): toda a demanda de energia passa a ser custosa, principalmente quando se atribui a esta a dificuldade que vem sentindo, quando se imputa a determinado contexto (trabalho) a manifestação da sintomatologia apresentada;

• Absenteísmo: as faltas, justificadas ou não, passam a ser uma trégua, uma possibilidade de alívio na tentativa de minimização dos transtornos sentidos;

• Ímpetos de abandonar o trabalho: a intenção de abandonar o trabalho ou mudar de atividade passa a ser uma alternativa cada vez mais cogitada, o que vem a se concretizar em alguns casos;

• Ironia, cinismo: é freqüente o aparecimento de atitudes de ironia e cinismo tanto para com os colegas como em relação ás pessoas a que o profissional presta serviços. Funciona como uma “válvula de escape” de seus sentimentos de insatisfação e hostilidade para com os demais, na medida em que atribui aos outros a sensação de mal estar que vem experimentando em seu trabalho.

4. PREVENÇÃO DE BOURNOUT
Em se tratando de formas de prevenção de Burnout, França e Rodrigues (1997) acrescentam:

  • Aumentar a variedade de rotinas, para evitar a monotonia.
  • Prevenir o excesso de horas extras
  • Dar melhor suporte social as pessoas
  • Melhorar as condições sociais e físicas de trabalho
  • Investir no aperfeiçoamento profissional e pessoal dos trabalhadores

Já Philips (1984) diz que a primeira medida para evitar a Síndrome de Bournout é conhecer suas manifestações. Torna-se essencial a conciliações das atividades profissionais com o lazer, precisam não fazer de suas vidas um campo de batalha, não permitindo que o estresse tome conta, procurando não se desgastar emocionalmente, afim de não entrarem em Bournout.

5. CONCLUSÃO
A síndrome Burnout representa grande parte dos sintomas apresentados pelos trabalhadores do mundo moderno e claramente está presente na realidade da classe médica veterinária. A manifestação dos sintomas, devido a uma diferença com as outras áreas da saúde, parece residir no fato de que aparentemente o estresse não se manifesta diante do paciente propriamente dito e sim, através do contato com o proprietário do animal.

Mais dados são necessários, mas há trabalhos em andamento no sentido de explorar a real importância da síndrome no meio medico veterinário com o intuito de elucidar a real situação de trabalho em nosso meio ambiente e diminuir o enorme impacto que pode estar presente nas vidas de profissionais que lidam com a saúde dos animais.

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Artigo cedido gentilmente pelo Journal Latinoamericano de Medicina Veterinaria de Emergencia y Cuidados Intensivos.

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