Mercado de luxo para pets é tendência, dizem especialistas

Empresário investiu R$ 1 milhão para espaço de 40 metros quadrados.
Loja vende cerca de 40 produtos por dia e fatura R$ 100 mil por mês.

Do PEGN TV

O mercado pet está em expansão. Segundo especialistas, as lojas focadas em produtos de luxo para animais de estimação se destacam como uma boa tendência de negócio para este ano.
Com mordomia que não acaba mais, o pet shop do empresário David Kim é uma verdadeira boutique. Tudo esbanja luxo. Camas bem confortáveis, roupas feitas à mão e acessórios com brilho e design diferenciado. Os produtos são exclusivos e os preços nas alturas, uma roupinha, por exemplo, custa R$ 600.

Coreano, ele vive no Brasil há 25 anos. Em 2008, começou a trabalhar com o setor pet. No início vendia roupas para cachorro em um pequeno escritório, e há um ano montou o pet num shopping em São Paulo.

“O pessoal vem, vê coisa diferente. É uma loja só para cachorro, sente qualidade. Ele já prova no cachorro. Parece que foi feito para próprio cachorro mesmo”, afirma o empresário.

Kim investiu R$ 1 milhão para montar o espaço de 40 metros quadrados. Os produtos são importados da Coréia. A grife está presente em mais de 60 países. É a primeira loja da marca na América Latina. Estão à disposição do consumidor mais de 500 itens.
Os produtos são para os animais, mas na verdade, quem se encanta com a variedade são os donos. É só entrar aqui e se perder entre tantas opções. E entre os produtos mais vendidos da loja, estão as bolsas, sofisticadas como acessórios, e muito práticas para carregar um cãozinho.

E a comodidade não para por aí. Quem preferir pode levar o cachorro para passear num carrinho bem parecido com o de bebê. Para isso, o cliente paga até R$ 1,3 mil.

Para os apaixonados pelos bichinhos, é um investimento que vale a pena. “Eu vim de Santos especialmente para comprar um carrinho, e nesta loja”, diz Nanci Paiva,consumidora.
A loja vende cerca de 40 produtos por dia. E fatura R$ 100 mil por mês. “As roupas são lindas e acho que isso que chamou mais a atenção. São roupas bem diferentes”, afirma Graça Dantas.
Na loja, tudo que é diferente, vende. A cada 15 dias, o empresário Kim troca as coleções e prova que este mercado também pode ter exclusividade. “Tem cliente que vem toda semana procurando coisa diferente. Então eu sou obrigado a ter coisas diferentes sempre”, afirma.

A população de animais domésticos cresce a cada ano no Brasil. Hoje, estima-se que o país já atinja a marca de 28 milhões de cães. Com isso, o consumo de produtos pet disparou.
Para o consultor Sebastião de Oliveira Campos, o crescimento do mercado é um reflexo da forma como os brasileiros passaram a tratar os animais de estimação.

“Ele freqüenta a casa, faz parte da casa. E então é tratado como membro da família de fato. E aí com o crescimento do consumo, crescimento da renda e o amadurecimento desse mercado, cada vez mais se tem produtos específicos mais luxuosos e as pessoas estão dispostas a isso”, avalia.

Retirado do site G1.

O mercado pet no Brasil, ao se expandir, também expande seus nichos. O que você está fazendo em relação a isso?

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2 Responses to Mercado de luxo para pets é tendência, dizem especialistas

  1. Cleidane says:

    Uma dúvida…
    Qual sua opnião sobre cadastrar a clínica nas campanhas de vacinação?
    Tenho algumas inseguras quanto a qualidade da vacina e armazenamento. Então se causar mal a saude do animal quem se responsabiliza? É claro que vão culpar o veterinário que aplicou. Ou nesse caso o veterinário não deveria aplicar e somente orientar?
    E sobre campanhas de castração? Acha que vão relacionar a clinica a serviço de caridade e sempre quererem pagar menos?
    E por último… acha viável essas situações?

    Aguardo resposta.

    • Cleidane,

      É delicado participar de campanhas tanto para clínicas como veterinários, já que qualquer problema com a aplicação de vacinas ou castrações – em um primeiro momento – será sim associado ao veterinário, ou à clínica. Mas campanhas podem ser viáveis, desde que veterinário ou clínica deixem claro que em um atendimento normal, nunca se trata apenas de uma “castração” ou “vacina”, mas de um agregado de atendimento, ambiência e esclarecimento ao cliente, entre outras coisas. É preciso comunicar aos clientes regulares que campanhas são medidas emergenciais, e não substituem procedimentos feitos dentro do consultório. Se clientes se sentirem “logrados” por pagarem por algo que em seguida será dado “de graça”, eles dificilmente concordarão com o preço normal a ser cobrado no futuro, e isso depende da maneira como eles enxergam o seu serviço normalmente.
      Seu serviço é apenas um “serviço” ou muito mais do que isso? E se muito mais, seus clientes sabem disso?

      Sucesso!

      Animal Marketing

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