Curso de Gestão e Marketing para Clínicas Veterinárias e Pet Shops – SP


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Veterinários Estrangeiros nos EUA

Por Chris Bern

Armando enviou essa pergunta que traz um assunto interessante para discussão

Estou planejando me mudar para Houston, Texas. Minha namorada, que se formou em veterinária na Costa Rica, está planejando se mudar comigo. O Conselho dela não está presente nos EUA, portanto ela não pode trabalhar como médica veterinária lá. Visto que a mudança será por no máximo um ano, e então iremos para a Costa Rica, gostaríamos de saber se há alguma oportunidade de emprego para ela no campo de veterinária, ou se há talvez algum curso que ela possa fazer enquanto estivermos lá para que ela se especialize em alguma área de Medicina Veterinária. Existe alguma possibilidade dela ganhar um salário trabalhando na Veterinária? E se houver, quais passos devemos tomar? Muito obrigado pelo seu tempo.

Há um processo bem extenso para se tornar um veterinário nos EUA, se você se formou em uma escola de veterinária estrangeira. A American Veterinary Medical Association (AVMA) possui um programa de certificação chamado Comissão Educacional para Formados em Veterinária Estrangeiros (Educational Commission for Foreign Veterinary Graduates – ECFVG). O programa é extenso, leva um bom tempo e custa muitos milhares de dólares. Ao invés de delinear todos os detalhes, irei direcionar aqueles interessados para o site oficial da ECFVG. Armando, se a sua namorada quer clinicar nos EUA, esse é o método que ela precisará usar. No entanto, se vocês vão ficar por menos de um ano aqui, o processo pode não ser completo a tempo e provavelmente não valerá a pena.

A única outra opção seria trabalhar como um técnico ou assistente veterinário. Há prós e contras para essa opção. Ela ainda poderia trabalhar na veterinária, e suas habilidades seriam diretamente aplicáveis. Há alguns problemas com isso, no entanto. Muitos locais não estariam dispostos a contratar alguém para tal posição temporária, e se eles contratassem seria provavelmentepor menor dinheiro ou autoridade do que um funcionário de longo prazo. Da mesma forma, alguns veterinários podem ficar hesitantes em contratar um veterinário com experiência neste tipo de função, e ficariam preocupados com a possibilidade da barreira profissional ser quebrada e ele começar a clinicar ilegalmente. Ou, você poderia encontrar uma situação igualmente desfavorável ao encontrar um veterinário inescrupuloso que a contratasse como técnica mas que usasse suas habilidades veterinárias. De qualquer maneira, ela precisa ter cuidado com a situação.

Eu recomendaria começar em uma empresa veterinária maior, como Banfield e VCA. Uma clínica maior, nacional possui mais experiência com esse tipo de situação, e pode oferecer maiores chances de contratar ajuda a curto prazo. Ela também pode contatar a Associação de Medicina Veterinária (VMA) do Texas para ofertas de empregos e veterinários na área de Houston.

A pergunta também traz um problema maior, o licenciamento estrangeiro. Para aqueles leitores em outras partes do mundo, não sei se seria igualmente difícil para um veterinário norte-americano para se licenciar no seu país. Já trabalhei com diversos veterinários de outros países, e sei que há uma grande reclamação da dificuldade e custo de tirar licença nos EUA se você for um estrangeiro. Por outro lado, posso enxergar o argumento da AVMA ao tentar se certificar que o padrão da medicina veterinária nos EUA permaneça alto, uma vez que nem todas as universidades possuem os mesmos rigores ou o mesmo tipo de educação dos EUA. Entretanto, ela não desencoraja pessoas altamente qualificadas de se mudar para os EUA. Há aqueles nos EUA que tem tentado mudar ou atenuar as regras para permitir que mais formados estrangeiros venham clinicar aqui.

Boa sorte para a namorada do Armando!

Traduzido e adaptado do blog A Vet’s Guide to Life.

Há muitos veterinários que pretendem abandonar a profissão, ou emigrar para outros países. Entretanto, estamos no segundo maior mercado pet do mundo, uma indústria acelerada em um país de economia acelerada. Será que vale tanto a pena largar o nosso potencial pela crise lá fora?

Invista em conhecimentos de gestão e marketing, diferencie-se e aproveite o momento favorável!

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Gateiros e Médicos Veterinários

Por Carlos Gabriel Dias, CRMV RJ 4897

Falar sobre gateiros, donos de gatos ou o que o valha não é simples,mas antes de conversar sobre gateiros podemos discorrer sobre o que eles são primariamente: seres-humanos.

Durante uma trajetória longa e absolutamente eclética nós, Médicos Veterinários, abraçamos uma trajetória assinalada por disciplinas acerca de animais, apenas animais! Mas, lembrem-se, além de várias espécies animais, temos outras demais disciplinas que alinhavam uma colcha multidisciplinar desta profissão. Cada pequeno retalho representa uma possibilidade de atuação.

Os Médicos Veterinários que abraçam atuar na clínica e cirurgia de pequenos animais (leia-se gatos e cães) aprofundam-se nestas espécies. E, ainda, muitos Médicos Veterinários pontuam-se em uma ou outra destas duas espécies [1]. Preocupar-se com uma espécie que não a sua própria. “Se eu gostasse de gente teria estudado Medicina Humana”, o que seria algo absolutamente lógico atualmente figura como uma fonte de discussões e preocupação entre acadêmicos e formadores de idéias. Quem acompanha o animal nas consultas veterinárias? Quem fornece dados importantes e responsabiliza-se pelo comprimento das recomendações e prescrições?

RELAÇÕES INTERPESSOAIS
Através das relações interpessoais, os Médicos Veterinários e Responsáveis pelos animais estabelecem uma comunicação para o esclarecimento da queixa, do manejo e tudo o que se refere ao paciente. O animal é o cerne de toda a trajetória dos médicos veterinários, mas todos eles relacionam-se fluentemente com os seres-humanos que acompanham seus pacientes? Já não basta manejar corretamente o animal, fornecer o diagnóstico e prescrever as melhores condutas. Estabelecer um canal claro e forte de troca de informações e questionamentos é fundamental para a fluidez de todo o processo!

Parece inócuo e desnecessário (a maior parte das pessoas não acredita nesta matéria). Contudo, é absolutamente certo que todos os seres-humanos se comunicam com fluidez? Todas as comunicações nas relações humanas são evidentes, fluídas, coerentes e funcionais? No dia-a-dia dos veterinários pontua-se: basta conhecer os sintomas? Sim, já é um grande caminho, mas é possível partir da queixa principal, passando pela anamnese e finalizando em uma realização consciente (ou mesmo na própria realização) do tratamento e manejo sugerido? Não há dados concretos, evidências estatísticas, apenas o que observamos no dia-a-dia. Responsáveis insatisfeitos e tratamentos não realizados. A conversa é espinhosa. Basta dar o diagnóstico? Sim, oficialmente, sim. Estabelecer uma boa relação para que todo o processo flua com qualidade já não é exigido, é sugerido. Mas, sugestão é para alguns, não é uma determinação.

O PAPEL DO MÉDICO VETERINÁRIO
Os seres-humanos estão tornando-se diferentes ao passar dos anos. Tornam-se complexos demais para as teorias comportamentais anteriormente formuladas. Novas visões são importantes para novos estilos de vida. Assim, a complexidade das relações humanas invade os consultórios Veterinários. A questão das relações humanas não cabe apenas aos clientes, os responsáveis em descrever o que seus animais sentem, mas aos Médicos Veterinários que deverão ser aptos para estabelecer uma boa comunicação. O talento dos Clínicos transcende a capacidade de interpretação dos sintomas. Boas receitas são negligenciadas por responsáveis não confiantes ou não envolvidos o suficiente. E carinho e atenção costumam ser maquiagem para receitas insuficientes. Nenhuma atuação é melhor do que a outra.

Hoje, o papel do Veterinário é muito mais amplo: ser competente para diagnosticar e competente para ser compreendido. Não há espaço para grossuras, antipatias, soberbas ou autoridade sem justificativa. Toda vez que for conversar com um ser humano acompanhado do seu paciente, lembre-se do principio da ética: não vou fazer o que não gostaria que fizesse comigo. Trocando em miúdos: independente da sua capacidade de ser um produtor de diagnóstico seja gentil para que o seu conhecimento não seja apenas promovido seja também aplicado!

Gateiros apresentam características tais e cachorreiros outras tais, mas todos se comunicam de forma complexa, intrincada, passível de distorções e ma interpretações, mas todos exibem comportamento especifico de uma especie que Médicos Veterinários não toleram ou mesmo não entendem: os seres-humanos.

NOTAS
[1] O Gato Doméstico é referido como espécie nos textos de divulgação, mas é considerado uma subespécie (Felis silvestris catus).

O Dr. Carlos Gabriel Dias é Medico Veterinário e Mestre e Doutor em Ciências Veterinárias, especialista em Medicina de Felinos, e escreve o blog Clínica para Gatos.

 

 

E você, consegue se comunicar adequadamente com seus clientes? Comente!

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8 Maneiras Simples (Ou Não) de Promover a Sua Clínica

Nosso site reuniu algumas ações promocionais de sucesso em clínicas veterinárias, misturando marketing tradicional, online e por mídias sociais. Ao acompanhar a lista, podem existir ações que você já implementou, ou mesmo algumas que não interessam a você.

Lembre-se sempre que essas medidas são paliativas, e que a melhor forma de promover a sua clínica é através de um plano de marketing que englobe a performance da sua equipe e a fidelização do seu público-alvo. Esse plano de marketing certamente terá diversas formas de promoção sob medida para a sua clínica!

Eis então 8 Maneiras Simples (Ou Não) de Promover a Sua Clínica!

1. Oferecer o melhor cuidado e atendimento na sua clínica. Isso cria a melhor propaganda, a boca-a-boca.

2. Estimular o treinamento e reciclagem da sua equipe. Uma equipe bem treinada pode fazer toda a diferença; como parte desse treinamento, cada função na equipe deve ser muito bem descrita e uma política geral para a equipe seguir deve ser estabelecida.

3. Fazer um website moderno que seja agradável, fácil de usar e que tenha informação para transformar pacientes curiosos em futuros pacientes.

4. Ter uma página no Facebook para promover a sua clínica.

5. Usar Google Maps para ajudar clientes a encontrarem você. Isso destaca a sua presença na rede.

6. Oferecer palestras gratuitas para clubes e associações na sua vizinhança ou bairro. Ofereça-se para fazer uma palestra curta sobre algum assunto de interesse do público, e ao final, distribua panfletos da sua clínica e cartões de visita.

7. Enviar cartões de aniversário e natal para seus clientes e animais, especialmente aqueles mais antigos.

8. Enviar uma carta de boas-vindas a todos os clientes novos.

E então, são maneiras simples? Dê a sua opinião!

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Workshop de Gestão em Clínicas e Pet Shops – Brasília, DF

Para otimizar, para viabilizar, para crescer!

Workshop de Gestão de Clínicas, Petshops e Salões de Banho e Tosa

No dia 20 de abril, que tal investir na sua clínica, pet shop ou salão de banho e tosa?

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Como dispor e apresentar os produtos comercializados
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Para Médicos Veterinários, Acadêmicos, Donos de Petshops, Lojistas, Vendedores e Gerentes, Profissionais de Higiene e Estética Animal e interessados em investir no Mercado Pet.

Investimento: R$ 120,00

Para inscrições e maiores informações, acesse o site Cursos Animal Marketing!

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