Anclivepa DF promove palestras de gestão e marketing

A Anclivepa DF, em parceria com o SEBRAE DF, está promovendo ao longo de 2012 uma séria de palestras direcionadas às áreas de gestão e marketing dentro da Medicina Veterinária.

São elas:

05-09 de maio: Formação de preços em serviços
15 de junho: Marketing pessoal
28 de junho a 1º de julho: Gestão de estoque modelo
07 de agosto: Planejamento empresarial
03 e 06 de setembro: Administração hospitalar
23 de outubro: Planejamento financeiro

A Anclivepa convida os associados não apenas para assistirem as palestras, mas a ingressarem nos programas do SEBRAE e se beneficiarem com as consultorias nas mais diversas áreas, como administrativa, financeira, contábil, marketing e muitas outras.
Maiores informações podem ser obtidas no SEBRAE DF, com Érica pelo telefone (61)3362-1753.

Participe da programação, associe-se!

Animal Marketing

20.000 visitas!

O site Animal Marketing agradece ao seu público por estar se aproximando de 20 mil acessos em onze meses de existência!

Esperamos que até o momento o site tenha sido de grande utilidade para médicos veterinários, estudantes e demais indivíduos relacionados ao mercado pet – e com certeza nosso plano é de torná-lo cada vez mais relevante para o mercado.

Agradecimentos especiais para nossos visitantes africanos de língua portuguesa!

Muito Obrigado!

Fadiga por Compaixão

Você já ouviu falar em Fadiga por Compaixão?

Segundo o Compassion Fatigue Awareness Program, prestadores de serviço de saúde, principalmente aqueles em contato direto com pessoas ou animais frágeis e fracos, e em contato com o descaso da sociedade em relação a estes, estão muito mais propensos em sua rotina a desafios emocionais que levarão ao estresse crônico, burnout e até mesmo negligência com futuros pacientes.

O tipo de pessoa atraída pela medicina veterinária é tipicamente altruísta, no sentido de ver o sofrimento de animais e gastar o máximo de sua energia para curar os enfermos e ajudar aqueles em sofrimento. Isso torna médicos veterinários especialmente propensos a esse tipo de fadiga.

Se nossa energia se esgota, não dedicamos tempo para recarregá-la gradualmente, como sustentar o papel de provedor de saúde?

Por isso, é preciso em alguns momentos “dar um tempo” e cuidar de nós mesmos para recarregar as baterias. O bom ambiente de trabalho também deve reconhecer essa necessidade, e encorajar funcionários a participarem de atividades que promovam e preservem a saúde. Isso gera um ciclo de pessoas mais saudáveis, e portanto uma clínica mais saudável.

Patricia Smith, fundadora do Projeto de Consciência da Fadiga por Compaixão, delimitou Oito Leis de Um Local de Trabalho Saudável, e reconhece que há passos que uma empresa pode dar para ajudar a estimular esse ambiente de trabalho saudável. São elas:
1. O empregador oferecer uma folga para a equipe após algum evento traumático.
2. O empregador oferecer educação continuada para a equipe.
3. O empregador oferecer benefícios aceitáveis para auxiliar a equipe a praticar autocuidado benéfico.
4. O empregador oferecer a gerentes e equipe ferramentas e recursos para completar tarefas.
5. O empregador direcionar a gerência para monitorar cargas de trabalho.
6. O empregador oferecer atividades positivas e edificantes para a equipe, promovendo relações sociais sólidas entre colegas.
7. O empregador encorajar políticas de “portas abertas” para promover boa comunicação entre funcionários.
8. O empregador possuir processos para o pesar e luto preparados quando eventos traumáticos ocorrerem no local.

A importância da fadiga por compaixão na clínica de pequenos animais é a seguinte: como oferecer saúde, se não tivermos saúde? Uma equipe esgotada e estressada terá um cuidado inadequado com pacientes e clientes e enfrentará sérias dificuldades com a rotatividade de funcionários. Em última análise, toda a cadeia de serviço ficará prejudicada, gerando boca-a-boca negativo e evasão de clientes que poderiam ser fidelizados.

Para conhecer mais sobre a Fadiga por Compaixão na Medicina Veterinária, há mais informações neste documento em português da Animal Welfare Online.

Sucesso!

Shand Lenim é médico veterinário, CRMV DF 2715, e diretor do blog Animal Marketing.

BurnOut: Causas e Soluções, Parte 2

Por Katherine Dobbs

Burnout: A História Se Complica!

No último artigo, discutimos a primeira causa de BurnOut como descrito por Figley e Roop, que é conflito entre valores individuais e exigências e objetivos organizacionais. Como você pode se lembrar, uma das definições de BurnOut apresentadas naquele artigo era: o resultado de frutração, impotência e inabilidade de alcançar objetivos profissionais – Charles R. Figley.

Quando é que você experimenta essa frustração, impotência e inabilidade de alcançar objetivos profissionais de forma frequente? Quando você simplesmente tem coisas demais a fazer de tal maneira a não ter esperança de alcançar seus objetivos! Então faz muito sentido que a segunda causa de BurnOut seja simplesmente uma sobrecarga de responsabilidades.

Causa nº2: Uma sobrecarga de responsabilidades.

Falamos da última vez sobre o processo de entrevistas, e como determinar as exigências organizacionais aceitáveis para dizer sim a um cargo específico sendo oferecido. Como você pode se lembrar, conversamos sobre revisar a descrição de trabalho para o seu cargo potencial, e então perguntar um pouco mais para descobrir a verdade sobre o que devem exigir de você.

Essas perguntas incluíam informações sobre a rotatividade dos funcionários, projetos adicionais, projeção de horas-extras, e quão bem a equipe está preparada para a inesperada mas sempre presente falta de funcionários que parece acontecer com extraordinária frequência. Com alguma sorte as respostas para essas perguntas, e talvez até o modo como a pessoa as respondeu (elas engasgaram, tossiram e tropeçaram nas perguntas, mal conseguindo responder? Provavelmente um sinal não muito bom!) o ajudou a determinar o tipo de carga que você receberá. Mas independente disso, todos sabemos que problemas acontecem quando esperam não apenas que você vá Para o Alto e Além, mas quando  o seu emprego depende disso.

  • Falta de funcionários inesperada

Não sei de vocês, mas trabalhei em clínicas que com certeza todos os dias alguém estava de atestado. Se você tivesse sorte, apenas uma pessoa estaria doente! As clínicas são encorajadas a ter o mínimo de pessoa possível de prontidão para lidar com a carga. Se estiver movimentado, todo mundo se esforça mais; mas se estiver calmo, então pelo menos você não desperdiçou dinheiro em funcionários parados sem o que fazer enquanto não havia dinheiro entrando. Bem, em teoria isso funciona bem, quando todos na agenda aparecem. Parece-me que deveríamos planejar em precisar de uma pessoa extra todo dia para cobrir essa falta inesperada de funcionários, o que geralmente é impraticável. Então, quando a equipe diminui, todos lidam com uma sobrecarga de responsabilidades.

  • Pedidos de folga de funcionários

E há aquelas épocas em que funcionários pediram folga, para férias talvez (não são sortudos? Queria que fosse você?), e idealmente a agenda foi alterada para cobrir a pessoa ausente. Mas há épocas em que é impossível achar substituição, ou resultaria em despesas extras indesejadas ter alguém trabalhando mais dias na semana para cobrir o funcionário de férias. Então novamente, uma sobrecarga de responsabilidades é o resultado.

  • Projetos extras delegados ou oferecidos por você

Particularmente se você é um bom funcionário, confiável e capacitado, projetos extras serão confiados a você. Se você tiver sorte, você será questionado se pode assumir esse projeto. Dessa maneira, você tem a oportunidade de avaliar outras tarefas e projetos que você está equilibrando, para ver se dizer sim mais uma vez irá virar o barco. Se o projeto for simplesmente delegado a você, então infelizmente você poderia sentir ressentimento sobre ele, por já estar equilibrando uma carga pesada. Idealmente, seu supervisor, gerente ou chefe deveria estar atento à carga de trabalho de todos, mas na realidade você precisa ser seu próprio defensor e deixar claro quando estiver puxado demais. Para ajudar, é uma ótima idéia desenvolver um Diário de Projetos, que identifica o nome ou descrição do projeto, a data em que foi assumido, a pessoa que o delegou, a data-limite concordada em consenso, e então registro ou documentação de todo o tempo que você investiu para completar esse projeto. Desta maneira, você pode revisar ou mesmo mostrar esse registro para seu empregador para demonstrar a ele o que você está equilibrando. Há épocas que você precisará de ajuda deles para priorizar o projeto eles realmente querem que você se concentre no momento. Não assuma que o projeto assumido hoje deve ser completado após você terminar outros projetos, pois a probabilidade é do novo projeto ter máxima prioridade na opinião deles, e precisar ser feito imediatamente!

  • A necessidade de liderar na falta de gerenciamento

A outra parte de sobrecarga com tarefas e projetos é a parte das “responsabilidades”. Ser responsável poderia resultar em esperarem a liderança, delegação e finalização de tarefas não apenas para você mesmo, mas também para o grupo, particularmente quando membros da gerência ainda não estão envolvidos nisso. Em outras palavras, se você é um técnico “sênior”, no sentido de estar nessa posição há mais tempo do que a maioria ou todos os outros técnicos na clínica, você é visto como líder automaticamente. Eu sei, isso pode não ser novidade para você, mas você pode também compreender que será visto como responsável pela performance geral do grupo de técnicos como um todo. Sim, idealmente isso seria a responsabilidade de um supervisor, gerente ou administrador do hospital; no entanto, não conte com os donos da clínica, pois sinceramente, estão ocupados sendo médicos e gerando renda para a clínica, e mal podem lidar com as próprias responsabilidades nas horas disponíveis ao longo do dia.

  • A necessidade de mediar na falta de gerenciamento superior

A outra parte que acompanha ser um empregado sênior ou de longa data é a expectativa que você está em uma boa posição para mediar problemas dentro do seu grupo. Sei que você não sabia disso ainda, mas é verdade. O negócio é que, alguém tem que fazer, ou todos pagam o preço por uma equipe envolta em desarmonia e disfunção. É, na verdade, para o seu bem interferir e manter o ritmo, pois quem quer perder dias trabalhando nesse tipo de ambiente? Mas de fato, isso poderia facilmente resultar em uma sobrecarga de responsabilidades…não apenas tarefas ou deveres, mas ser o único responsável!

Então posso não ter dito nada que você não soubesse; afinal, você sabia que está sobrecarregado! O que você quer saber é, o que eu posso fazer em relação a isso? Bem, vai envolver avaliar a situação (quais dos componentes acima está levando à sua sobrecarga?) e então levar seus resultados a quem estiver no gerenciamento superior. Desta vez, provavelmente será o dono da clínica se não há outro gerenciamento na sua clínica; eles precisam ouvir! Se há níveis, leve a um nível acima, ou mais um se preciso, mas de qualquer maneira comunique a alguém! Não espere até ficar tão sobrecaregado que não consiga sequer ver a luz, e decida pedir demissão. É fácil sentir-se vítima nesta sobrecarga, mas até você aprender como lidar proativa e reativamente com problemas como sobrecarga de trabalho, você continuará em sobrecarga em empregos subsequentes.

Entretanto, ajuda bastante apresentar a gerentes ou proprietários soluções, ao invés de apenas reclamações. Na sua opinião, a delegação poderia ser distribuída diferente? Poderiam ser usados Diários de Projeto para garantir que todos estão fazendo sua parte? A agenda deveria ser revisada e ajustada se você realmente está sempre com falta de funcionários? Deveria um supervisor ser implementado para monitorar as cargas de trabalho desse grupo…e estaria você disposto a ser essa pessoa? O que não se deve fazer é sofrer em silêncio, até você sentir aquela gota d’água transbordar o copo!

A Srta. Dobbs gostaria de reconhecer o livro de Figley e Roop “Compassion Fatigue in the Animal-Care Community” (A Fadiga de Compaixão na Comunidade de Cuidados Animais, sem tradução para o português) por enumerar a lista de causas de BurnOut. O livro foi publicado pela Humane Society em 2006.

Traduzido e adaptado de My Exceptional Veterinary Team.

Clique aqui para a parte 1!

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Animal Marketing

Convertendo Veterinários para Mídias Sociais

Por Mike Pownall

Estamos em uma encruzilhada na medicina veterinária: ou nos adaptamos às tecnologias da nova ordem econômica ou perecemos em uma morte lenta e gradual, sem ninguém a culpar a não ser nós mesmos. Essa dura realidade torna-se evidente quando confrontada com os calcanhares cravados no chão, cabeça acenando negativamente e o olhar reprovador do veterinário mais velho que não quer aprender sobre mídias sociais. Vejo a frustração de veterinários mais novos quando dou palestras que sublinham os benefícios do marketing online para clínicas veterinárias. Os veterinários mais novos começam acenando positivamente a cabeça, ansiosos para criar uma Página da clínica no Facebook, e então se lembram do dono da clínica e seus ombros caem. Eles sabem que o proprietário e veterinários antigos não querem nada com mídias sociais. Como eles irão convencer seus relutantes líderes que o marketing digital é tão essencial como o estetoscópio para a clínica? Um ausculta o coração do paciente, e o outro garante a viabilidade da clínica veterinária.

A resposta mais fácil seria dizer a eles que o mundo é um lugar diferente: aceite-o, abrace-o ou pereça. Você poderia também dizer a eles que o futuro terá ainda mais dessas plataformas de comunicação em constante mutação. Essas táticas de amedrontamento podem funcionar em alguns, mas não são suficientes para convencer a grande maioria daqueles resistentes aos nossos argumentos. Em minha experiência, há três táticas que descobri serem de grande sucesso ao trabalhar com veterinários teimosos e sua resistência a mídias sociais.

Prove que funciona

Veterinários são pessoas cautelosas em geral, e dificilmente os primeiros a entrar em uma situação desconhecida, mas quando sabem que o sucesso é provável e que há pouco a arriscar, eles podem ser os maiores defensores daquele novo procedimento ou terapia. Isso funciona o tempo inteiro com novas habilidades que aprendemos em congressos e seminários. A princípio usamos de vez em quando, até um cliente voltar empolgado sobre como ajudou seu cavalo. Da próxima vez que nos confrontamos com um problema similar você pode ter certeza que a nova técnica ou terapia será uma das primeiras coisas em que pensar.

Eis aqui alguns sucessos que tivemos com mídias sociais e que você pode compatilhar com os céticos em sua clínica. Previamente a 2010, o lucro de nossas clínicas estava estagnado ou decaindo devido à recessão. Desde então, apesar de nossa recessão ter continuado, aumentamos o lucro nas clínicas que adotaram mídias sociais. Em 2010 possuíamos cinco clínicas equinas, e exibimos três proeminentemente por Facebook, Twitter e Youtube. Essas clínicas cresceram. As outras duas tiveram lucro estagnado ou decrescente naquele ano. Em 2011, precisamos fechar uma das clínicas estagnadas por um motivo sem relação, enquanto as três que estavam em mídias sociais novamente tiveram crescimento no lucro. A clínica não-social ainda estava estagnada. Adivinhem? Começamos uma campanha de mídias sociais para aquela clínica em dezembro de 2011.

Sou parte de um grupo de benchmarking equino que compara de forma anônima dados fundamentais entre clínicas. A clínica McKee-Pownall teve significativamente mais clientes do que o resto das clínicas de benchmarking em 2011. Em Ontario, a clínica de pequenos animais viu em média uma diminuição de 10% em novos clientes ano passado, e embora eu não tenha dados para empresas veterinárias de equinos, não acho ser exagerado pensar que elas tiveram diminuições similares, se não maiores. A única coisa que estamos fazendo de modo diferente de dois anos atrás é o acréscimo de mídias sociais.

Em Junho de 2011, rastreamos quantas pessoas ligaram para nossas quatro clínicas de equinos. O número total ficou em cerca de três mil ligações. Compare isso com o número de pessoas que entrou em nossa página ou viu um de nossos posts no facebook – 36.000!!! Isso não leva em conta as visualizações em nosso canal de YouTube ou interações no Twitter. Pelo menos outras 4.000 se contarmos apenas essas duas plataformas. O que isso nos diz é que mais pessoas estão conhecendo sua clínica, muito mais do que com interações pessoais cara-a-cara. A mídia social trabalha de forma a aumentar vendas e atrair novos clientes. É simples assim.

Torne as coisas fáceis para eles

Como a maioria das pessoas, veterinários não gostam de fazer coisas que vão fazer eles parecerem burros. Para aqueles de fora, mídias sociais podem parecer com aquela festa acontecendo que eles não foram convidados. Todas as pessoas bacanas estão lá, fazendo as coisas bacanas que só pessoas bacanas fazem. Quem quer entrar em uma festa sem convite? Se continuarmos com essa analogia, se estou do lado de fora olhando para dentro, adoraria ser convidado para essa festa com alguém que conheça todo mundo lá, que possa apresentar pessoas, e me dizer o que e quem preciso conhecer. No mundo das mídias sociais, talvez você possa se oferecer para ensinar o veterinário cético sobre Facebook ou Youtube. Se você ensiná-los o básico, deixa de ser intimidador. Eles podem até descobrir que na festa de mídias sociais há pessoas que eles podem conhecer e querer interagir. Antes de perceber você já os converteu.

Envolva suas emoções

As pessoas gostam de ser apreciadas. Elogios podem abrir muitas portas. As pessoas também possuem um espírito competitivo, e veterinários não são exceção. Parte da razão de terem tirado 10 para entrar na faculdade de veterinária foi o desejo de obter melhores notas do que outros estudantes. Se a sua clínica possui uma página no Facebook e alguém põe um elogio sobre a clínica, mostre isso para o cético. Se eles verem que mídias sociais oferecem a oportunidade de ser apreciado, então a resistência diminuirá. Para atiçar o espírito competitivo, mostre a eles a página de Facebook ou canal de Youtube de uma clínica concorrente. Isso será particularmente eficiente se ela tiver mais fãs do que a sua clínica no Facebook. Se estocar os fluidos competitivos for necessário para envolvê-los, faça-o.

Interações online tornaram-se onipresentes. As pessoas buscam recomendações sobre produtos e serviços na rede. Em outras palavras, seus clientes atuais e futuros estão online procurando soluções. A voz da sua clínica veterinária deveria ser parte da conversa. Se você não está lá, pode ter certeza que outros estão. O que isso significa para a pessoa procurando um novo veterinário ou buscando extravasar após uma experiência ruim com sua empresa? A mídia social é a forma óbvia de fazer parte desse diálogo. Ao mostrar para o(s) negativista(s) da sua clínica que funciona, é fácil fazer, e que outros lá estão tendo sucesso em cima da sua clínica, eles ficarão mais dispostos a mergulhar na piscina da mídia social.

Qual o seu sucesso ao converter um negativista a um defensor de mídias sociais? Compartilhe suas experiências nos comentários ou em nossa página do Facebook.

Traduzido e adaptado de Equine Vet Business.

Nosso diretor Shand Lenim elaborou a palestra abaixo sobre o uso de Redes Sociais por Médicos Veterinários – você já viu?

Sucesso!

Animal Marketing