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Animal Marketing

4 Maneiras de Equilibrar a Vida na Clínica Veterinária

Encontrar o equilíbrio ideal de trabalho e vida é delicado, e tender demais para qualquer lado pode levar a uma bagunça feia.
Por Susan Logan, Técnica em Veterinária, DVM 360 Firstline

Esteja você em malabarismos entre trabalho e estudos, ou lutando para encontrar tempo para a sua família, amigos e hobbies sem negligenciar o trabalho, manter um equilíbrio perfeito não é tarefa fácil.

Não posso dizer a você como equilibrar a sua vida, mas espero que ao compartilhar minha história – e as histórias de outros membros da equipe que lutam assim como você – talvez você possa chegar às próprias conclusões para cuidar de si mesmo, e encontrar tempo para fazer as coisas que você gosta com as pessoas e animais que você ama.

Vida de cão

Para alguns, trabalhar período integral, manter um lar, e manter uma vida social ativa pode parecer sem esforço. Essas pessoas parecem sempre ter boa aparência também. Pode ser tentador emular seus exemplos, mas primeiro pergunte-se se esse estilo deles é algo que você poderia manter a longo prazo. Por exemplo, com grande esfoço você poderia ensinar um um percurso de agility a um Basset Hound, ou treinar um Jack Russel Terrier para ficar deitado pela casa o dia inteiro, mantendo-se longe de problemas. Mas você realmente acha que qualquer um deles manteria essas atividades sem elouquecer?
Não tente ser um Basset Hound ágil. Encontre uma solução para o equilíbrio de vida que mais se encaixa a você, assim como um par de chinelos mastigados se encaixa a um Jack Russel Terrier.

Parece que a maioria das pessoas possui problemas de equilíbrio na vida que elas ora gerenciam, ora lutam para gerenciar. No entanto, percebi que as pessoas que nunca parecem lutar frequentemente parecem viver vidas fora de eixo. Quer dizer, gastam uma quantidade desproporcional de tempo fazendo uma e apenas uma coisa. Se você está tentando descobrir uma maneira de fazer tudo – e bem – eis aqui notícias boas e ruins. E mais agumas boas.

As boas? Se você percebeu que não se sente muito feliz ou bem trabalhando demais, ou passando pouco tempo com outras pessoas, então você está no rumo certo. As más notícias? Não há consenso sobre como equilibrar trabalho e vida. As outras boas notícias? Não há duas pessoas exatamente iguais. Então faz sentido que não exista uma resposta padrão para esse desafio. Ela se encontra dentro de cada um.

A sua experiência pode ser semelhante à minha, ou completamente diferente. A seguir você verá outros exemplos de experiências de membros de equipe e seus desafios, enquanto tentam encontrar um equilíbrio entre vida e trabalho. Talvez você seja uma mãe solteira, ou um filho cuidando de pais idosos. Talvez você esteja profundamente comprometido com caridade em sua comunidade, buscando um diploma, gerenciando um negócio, ou doando seu tempo pessoal para um abrigo de animais. Seja qual for a sua experiência, lembre-se que disponibilizar tempo para um “você” mais saudável irá ajudá-lo a oferecer mais para a sua carreira, as pessoas, e causas que você ama.

Minha chamada meia-vida

Comecei minha vida como dona-de-casa pouco antes do bebê nº 2 aparecer. E, pouco depois, veio o primeiro problema de uma vida equilibrada: não fazer o suficiente fora de casa. Eu percebi que eu queria – não, eu precisava – passar mais tempo com pessoas que não consideravam Elmo um amigo próximo.

Aceitei meio período de trabalho em um hospital veterinário especializado em exóticos perto da minha casa. Parecia perfeito. O salário, meus colegas e chefes, e os animais eram todos ótimos. Uma vez que eu amava tudo sobre o trabalho, levei semanas para perceber que as horas trabalhadas não estavam trabalhando para a minha família. Por mais que eu quisesse uma pausa das crianças e de casa, perdi jantares com minha família por trabalhar enquanto a clínica fechava, ou porque um animal doente mancava, esvoaçava, ou deslizava para dentro da clínica dez minutos antes de fechar.

Com o coração pesado, pedi demissão da clínica e aceitei um emprego de meio-período ensinando ciências animais no ensino secundário. Também consegui um emprego de Técnica em Veterinária um dia por semana, que me permitia obter minha “dose” de animais, mas não exigia que eu trabalhasse em turnos tardios ou perdesse refeições com a minha família.

A vida nos novos empregos estava indo tão bem que decidi que poderia facilmente aceitar emprego meio-período em um colégio técnico de veterinária à noite. Embora eu parecesse ter uma coleção de empregos meio-período maior que o apetite de um Labrador, eu gostava de dar aulas a alunos adultos técnicos. No entanto, logo percebi que eu não tinha contabilizado o tempo gasto para me deslocar ou avaliar trabalhos na equação de vida que tinha recentemente resolvido. Eis então o segundo problema de equilíbrio: assumir coisas demais.

Sem perceber, me tornei um Basset Hound subindo escadas e saltando aros. Quando conversei com amigos e colegas, descobri que não era a única lutando para encontrar equilíbrio. E, embora todos tivessem problemas específicos, o tema comum era que simplesmente não havia tempo suficiente em um dia para fazer tudo. Apesar de eu finalmente encontrar uma boa rotina e achar que venci a batalha de equilíbrio na vida, ainda luto semanalmente (OK, diariamente). Eis aqui algumas coisas que achei útil na minha batalha.

1. Conheça seus limites

Embora existam momentos em que somos forçados a queimar a vela em ambas as extremidades, seja realista sobre a sua agenda atual. Não continue fazendo o que você não pode manter indefinidamente.

Você nunca poderia esperar que seu Pastor Australiano ajude-o a treinar para uma maratona sem pausas para descanso e água. Você não esperaria isso, porque não é justo nem saudável exigir esse tipo de esforço. Então, por que você faria isso a si mesmo? Pergunte-se: “Estou fazendo demais?” E responda honestamente. Se a resposta for sim, é hora de pensar sobre quais são suas prioridades.

Contudo, alguns de nós, por acaso ou por escolha, podem ter responsabilidades que nos obrigam a fazer o que é necessário, e não necessariamente divertido ou relaxante com nosso tempo, no trabalho ou fora dele. Depois de bater o ponto no trabalho, as responsabilidades em casa para um pai solteiro, um pai de uma criança com problemas mentais ou emocionais, ou um adulto cuidando de um pai idoso, por exemplo, podem ser desgastantes. Se este for o caso para você, saiba que você não está sozinho. Há uma boa chance de existir um grupo de apoio local ou voluntários que podem ser capazes de ajudá-lo.

2. Estabeleça prioridades

Você quer sair com seu parceiro ou esposa, passear com o cachorro, ou ir ao parque com seus filhos com maior frequência? Quer investir em sua educação, ou treinar para seus primeiros dez quilômetros? Pense no que foi importante para você no passado que você possa ter perdido de vista. Pergunte-se se isso ainda é importante para você hoje. E se negativo, o que é? A partir daí, decida o que você quer mudar e comece com um objetivo pequeno, simples.

3. Dedique tempo a si mesmo

Agende um tempo para fazer algo a si mesmo toda semana. Pode ser algo simples, como ir à pedicure, ou ver um filme no cinema com um amigo. Não importa o prazer culpado que você escolha, convença-se que isso não é negociável, de certa forma uma necessidade. E como outras necessidades que mantém sua saúde, como escovar os dentes, não esqueça de fazê-las por sua saúde (mental, talvez) depender disso!

4. Pare e cheire as flores

Ou colha-as, ou mesmo pise nelas se isso o fizer feliz. A questão é encontrar uma atividade que você goste de fazer sozinho ou com um amigo (peludo ou não).

A solução correta para mim tomou algumas tentativas e erros, mas acredito ter acertado na mistura correta de crianças, trabalho e diversão. E não tenho dúvidas de que farei algo em algum momento do futuro que atrapalhará tudo de novo. Entretanto, hoje sei que tenho capacidade de criar uma vida mais equilibrada que eu posso manter. Se eu apenas pudesse encontrar tempo essa semana para isso…

Traduzido e adaptado de DVM 360.

Como está a sua qualidade de vida? Mantenha-se são!

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INFOGRÁFICO: 7 Perguntas que Atormentam Médicos Veterinários

Todo dia, médicos veterinários precisam lidar com perguntas perniciosas e incômodas. Mas como lidar?

O infográfico abaixo elaborado pela Animal Marketing oferece algumas dicas para você manter um certo controle sobre situações que se repetem na rotina de qualquer consultório.

Sucesso!

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6 Maneiras de Caprichar no Telefone de sua Clínica

Recepcionistas de clínica: vocês só tem alguns minutos para conquistar clientes por telefone. Aprendam como destacar-se da multidão.

Da Equipe Firstline – DVM360

O telefone é uma das ferramentas mais subestimadas e subutilizadas em uma clínica veterinária, diz a Dra. Amanda Donnelly, MBA, proprietária da ALD Veterinary Consulting em Rockledge, Florida, EUA. Durante uma de suas palestras de gerenciamento de clínica na CVC em Washington, DC, EUA, ela compartilhou a sua experiência ao passar-se por uma odiável cliente de preços.

“Liguei para seis clínicas da área e perguntei sobre vacinas”, conta a Dra. Donnelly. “Ninguém tinha orgulho em seu serviço. Ninguém possuía entusiasmo de me transformar em cliente. Apenas uma recepcionista mencionou o valor de um exame clínico, e duas tentaram agendar consultas.”

Recepcionistas: vocês possuem uma boa presença ao telefone? Lembre-se dessas dicas para converter ligações em clientes.

1. Ignore o caos. Clientes por telefone não sabem que você está com a agenda atrasada e super atolado – e francamente, eles não estão preocupados. Seu tom de voz é fundamental e precisa ser positivo toda vez que você atende o telefone, conta a Dra. Donnelly. Se você não está empolgado sobre a sua clínica, como você pode esperar isso de outra pessoa?

2. Faça as perguntas certas. “Sempre pergunte a quem está ligando, ‘você é novo na região? Já consultamos seu animal antes?'”. Dessa maneira você terá uma noção melhor de como abordar quem está ligando. De qualquer forma, certifique-se de deixar claro que você adoraria que ele ou ela visitasse a clínica.

3. Esqueça o script. A Dra. Donnelly não acredita em scripts de telefone. “Acredito em conversar com cada cliente de uma forma cativante”, ela diz. Uma forma fácil de conectar-se com quem liga é aprender seu nome no início da ligação e usá-lo com frequência. Isso demonstra que você importa-se e presta atenção a detalhes.

4. Conheça as suas coisas. Você sabe por que o Scooter precisa ser vacinado na segunda? “Se recepcionistas fizerem recomendações que não sabem explicar, pode parecer que estão apenas tentando vender produtos”, explica a Dra. Donnelly.

5. Fale a linguagem do cliente. Ao confirmar agendamentos, não peça aos clientes para lembrarem-se do parasitológico. “Chame de exame de fezes – todos saberão do que você está falando”, conta a Dra.

6. Pregue as qualidades da sua clínica. Toda clínica deveria criar uma “frase de orgulho” que resume por que sua equipe é excepcional. Assim, quando você encerrar sua conversa, você pode dizer algo do tipo “Amanda, vamos adorar rever a Chloe! Temos uma equipe dedicada e o Dr. Smith é o melhor da região.”

Quando esses clientes potenciais buscarem preços, descobrirão que a maior parte das clínicas tem preços parecidos, conta a Dra. Donnelly. “É por isso que você precisa destacar-se se quiser converter ligações em clientes.”

Traduzido e adaptado de DVM 360.

Invista em diferenciais! Você sabe como seus concorrentes atendem ao telefone?

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Três Grandes Erros que você está cometendo em sua Clínica nesse instante

Por Ali-B

Eis aqui uma grande lição para a semana, apertem os cintos porque vai ser uma viagem agitada! Já posso ouvir vocês lamentando “mas na minha clínica é diferente”, ou “mas eu não tenho tempo”, ou mesmo “mas nós sempre fizemos isso”! Confie em mim, já ouvi todas! Então vou abordar três erros descomunais que você, como veterinário dono de clínica, está fazendo nesse instante. Quando você tiver acabado de ler, sinta-se à vontade de comentar!

1) Não fazer uso do marketing (ou não envolver-se).

O maior erro que você pode fazer. Fim. Mesmo fazer algo desestruturado, de qualquer jeito e porque as páginas amarelas ligaram para você com uma promoção fabulosa, ou o jornal local que ligou porque estavam prestes a imprimir, mas sobrou um pouco de espaço e eles reservaram especialmente para você por um preço camarada. Mesmo esse tipo de marketing é melhor do que nada – apesar de que, sério, você vale mais do que isso.

Eis aqui a parte controversa que geralmente faz com que veterinários e estudantes suspirem fundo – a coisa mais importante da sua clínica é buscar e manter clientes. Vou repetir: a coisa mais importante na sua clínica veterinária é buscar e manter clientes.

Sei de todas as outras coisas importantes, e sinceramente sei, mas se você não buscar e manter clientes, então você não terá uma clínica veterinária para exercer todas aquelas coisas realmente importantes. Você e a sua equipe vão para a rua. Então como não é a coisa mais importante?

Seguindo em frente, se buscar e manter clientes é a coisa mais importante da sua clínica, quando foi a última vez que você sentou e realmente pensou sobre o que faria sobre o assunto? Sério? Sou plenamente a favor de delegar tarefas, mas deixar sua equipe responsável pelo marketing sem você se envolver ou mesmo planejar como promover sua clínica é um grande erro. Eis o porquê: ninguém se importará com a sua clínica (ou a lucratividade dela) tanto como você. Ninguém. E você não abriu uma clínica apenas para fazer plantões, abriu?

Tome a dianteira e comece a fazer uso do marketing, e se você tem a sua equipe encarregada disso arregace as mangas e vá pra a linha de frente, no mínimo para certificar-se que o seu orçamento de publicidade não está sendo desperdiçado nos Google Ads inespecíficos e sem direcionamento geográfico mantidos por aquelas páginas amarelas!

2) Não manter-se em contato com seus clientes.

Não me importo em relação a como você faz, mas mantenha-se em contato com as pessoas que importaram-se em ir até a sua porta e gastar dinheiro com você. Manter negócios repetidos sempre será mais barato do que tentar atrair novos clientes para a sua porta, e não apenas isso, mas seus clientes atuais são sua maior fonte de recomendações. Se você não prestar atenção, e deixá-los ao léu, então o que garante que eles não experimentarão o seu concorrente da próxima vez? Você precisa formar um elo emocional apropriado com seus clientes, formar um senso de comunidade na sua clínica e manter-se em contato com eles por e-mail, mídias sociais e malas-diretas.

E já que estou falando disso – certifique-se que sua mala-direta está personalizada para a sua clínica. O objetivo de tudo é falar de clientes e suas realizações, eventos, sua equipe e colocar alguma coisa engraçada. Não há razão de simplesmente cuspir uma mala-direta que não tem nada sobre “Vocês”.

3) Vender baseado em preço (ou pensar que faz isso)

Se seus clientes vem a você por preço, eles o deixarão por preço. Com certeza. Então pare de divulgar a sua clínica por preço. Não me leve a mal, não há nada de errado em uma boa promoção (e eu não digo de 10% de desconto – por favor não use 10% de desconto – as pessoas são imunes, sem imaginação e simplesmente preguiçosas!), mas seus clientes deveriam aparecer porque gostam de você, possuem um apego à sua clínica, porque você sempre oferece algo a mais e mais do que isso, porque você realmente ama seus clientes e porque eles jamais imaginariam ir em outro lugar. Sério.

Então pare de se prender a preço, ou empresas, ou a economia, ou qualquer outro motivo externo para culpar por que você poderia estar melhor. E comece a olhar o que você oferece a seus clientes quando eles atravessam a porta em forma de calor, experiência, comunidade e certifique-se que é um ótimo lugar para se frequentar!

Espero que tudo isso seja útil para você pelo menos pensar um pouco.

Até a próxima,

Ali-B

Traduzido e adaptado de InkSpot Social Media for Vets.

E você, cativa seus clientes? Possui dificuldades nisso? Compartilhe sua experiência!

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