Workshop de Gestão de Clínicas, Petshops e Salões de Banho e Tosa

 

Workshop de Gestão de Clínicas, Petshops e Salões de Banho e Tosa
Data : 27 de Novembro de 2011
Horário: 9:00 às 17:00
Local: Belém Soft Hotel (antigo Hotel Equatorial) – Salão Diamante – Av. Braz de Aguiar 612

Temário
Produtos certos x sucesso de vendas
Transformando sua equipe em “ Os Melhores do Mundo!”
Satisfazer e surpreender seus clientes!
Como dispor e apresentar os produtos comercializados!
Serviços diferenciados para o Banho e Tosa

Metodologia: Discussão de cases e apresentação de propostas
Público alvo: Médicos Veterinários, Acadêmicos, Donos de Petshops, Lojistas, Vendedores e Gerentes, Profissionais de Higiene e Estética Animal e pessoas interessadas em investir no Mercado pet

Investimento: R$ 100,00
Vagas: 30

Inscrições e Informações: cdrc_belem@yahoo.com.br

Prepare-se para os desafios de 2012 ainda em 2011!

Animal Marketing

De onde vêm as boas idéias?

O processo de inovação na sua clínica tem início em pequena escala: com você e seus colaboradores.

Revolucione!

Animal Marketing

Entrevista com o Prof. Gioso na ClicTV

O canal virtual da UOL ClicTV entrevistou no seu programa Pet Lover  o Prof. Marco Antonio Gioso sobre o marketing como diferencial da Clínica Veterinária de Pequenos Animais.

Clique aqui para ser direcionado ao site; a entrevista começa a partir dos 33 minutos do programa.

A mensagem principal? Investir em treinamento na sua equipe é o principal diferencial que você pode ter em seu negócio pet.

Confira! E ótima semana para você!

Animal Marketing

O Princípio 80/20

Retirado da monografia “Marketing de Serviços e Responsabilidade Técnica no Mercado Pet“, de Shand Lenim Brose dos Santos – UPIS – DF, 2011.

Grandes empresas estão descobrindo que uma pequena parcela de seus produtos e serviços é responsável pela maior parte dos lucros, obedecendo a um princípio chamado 80/20 (KOTLER, 2004).

Koch, (2000) define o princípio 80/20 da seguinte forma: uma minoria de causas, inputs ou esforços normalmente conduz a uma maioria dos resultados, produtos ou recompensas em um dado sistema. Essa proporção de alto desequilíbrio é o contrário do que as pessoas normalmente esperam.

Por exemplo, em uma clínica médica, normalmente 20 por cento dos pacientes toma cerca de 80 por cento do tempo da equipe; 20 por cento dos produtos de uma loja responde por 80 por cento do valor em dinheiro das vendas; 20 por cento do público de um mercado é responsável por 80 por cento do faturamento anual de tal mercado (KOCH, 2000; GLADWELL, 2002).

O padrão subjacente ao princípio 80/20 foi descoberto em 1897 pelo economista italiano Vilfredo Pareto (1848-1923), e desde então recebeu vários nomes, como Princípio de Pareto, Lei de Pareto, Princípio do Menor Esforço e Princípio do Desequilíbrio (KOCH, 2000).

É importante destacar que o princípio 80/20 utiliza essa proporção específica apenas para ilustrar a tendência da natureza ao desequilíbrio, o que serve de base para a Teoria do Caos. O desequilíbrio pode ser de 1/99 ou 35/65, mas a idéia básica é que uma minoria de inputs proporciona uma maioria de outputs. (KOCH, 2000; GLADWELL, 2002).

O princípio 80/20 é amplamente relevante para o Médico Veterinário empreendedor, pois clínicas veterinárias, consultórios e hospitais são ineficientes em ambas esferas financeiras e administrativas (ACKERMAN, 2002).

Ackerman, (2002) recorda uma anedota contada nos círculos acadêmicos de veterinária nos EUA, onde um consultor fala a um veterinário que ele está perdendo dinheiro em cada procedimento que faz. “Não tem problema”, diz o veterinário, “eu compenso no volume”.

Anedotas à parte, essa ineficiência se dá pelo desperdício de recursos, como dinheiro e tempo, com uma minoria de fatores problemáticos que provoca a maior parte desse desperdício (ACKERMAN, 2002).

O princípio 80/20 leva a diversos raciocínios. Uma mudança sutil na maneira como um médico atende seus clientes pode levar a um aumento súbito de fluxo de clientes; uma alteração sutil na disposição das prateleiras de uma loja pode triplicar a venda de um produto (GLADWELL, 2002).

Koch, (2000) relata que a expressão “empreendedor” foi cunhada por volta de 1800 pelo economista francês Jean-Baptiste Say, que dizia que “o empreendedor transfere recursos econômicos de uma área de produtividade mais baixa para outra de produtividade e rendimento superiores”.

E entre empreendedores, o princípio 80/20 tem um respeito elevado por sua versatilidade quanto indicar as áreas de produtividade elevada. A Apple, empresa de maior sucesso atualmente no mundo, usa e abusa deste princípio ao planejar seus produtos; a Clínica Mayo¹, nos EUA, é referência na área de saúde mundial e aplica o princípio 80/20 para identificar os poucos comportamentos de risco que provocam a maior parte de determinadas patologias em seres humanos, entre outros usos (KOCH, 2000; GLADWELL, 2002; ACKERMAN, 2003; GODIN, 2009; SERNOVITZ, 2009).

Cabe ao Médico Veterinário analisar o uso de seus recursos, descobrir desequilíbrios e otimizar o seu empreendimento com o princípio 80/20, para aplicar de forma ótima os conceitos de marketing apresentados ao longo do presente trabalho.

NOTAS

1. Kotler e Keller (2006), Hoffman et al, (2009), e Lovelock e Wirtz, (2006) descrevem a Clínica Mayo (Mayo Clinic) como modelo na área de saúde tanto nos EUA como no mundo, pela sua qualidade de serviço e seu engajamento com o público, por utilizar técnicas de marketing de serviços em todas as suas esferas de funcionamento.

BIBLIOGRAFIA DESTE CAPÍTULO

ACKERMAN, L. Business Basics for Veterinarians. Lincoln: ASJA Press, 2002. 293 p.

ACKERMAN, L. Management Basics for Veterinarians. Lincoln: ASJA Press, 2003. 248 p.

GLADWELL, M. The Tippping Point: how little things can make a big difference. New York: Back Bay Books, 2002. p. 15-89.

GODIN, S. Purple Cow: Transform Your Business By Being Remarkable. New York: Portfolio, 2009. 210 p.

HOFFMAN, K. D.; BATESON, J. E. G.; IKEDA, A. A.; CAMPOMAR, M. C. Princípios de Marketing de Serviços. Tradução da 3 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 600 p.

KOCH, R. O princípio 80/20: o segredo de se realizar mais com menos. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. 270 p.

KOTLER, P. Os 10 Pecados Mortais do Marketing. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 135 p.

KOTLER, P; KELLER, K. L. Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing. 12 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall Brasil, 2006, 776p.

LOVELOCK, C.; WIRTZ, J. Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados. 5 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 413 p.

SERNOVITZ, A. Word of Mouth Marketing. New York: Kaplan, 2009. 205 p.

Sucesso!

Animal Marketing

Má educação é prejudicial para a produtividade de funcionários

Colegas de trabalho, gerentes ou líderes rudes e desestimuladores podem ter impacto negativo no comprometimento e produtividade de funcionários, confirmou um estudo.

A pesquisa descobriu que um em cinco funcionários passam por um incidente de má educação no trabalho uma vez por mês.

“Colegas rudes e desestimuladores são aqueles que questionam o seu julgamento, excluem você de acontecimentos, o interrompem quando você está falando, fazem comentários de desprezo, omitem informação ou desprezam suas idéias”, disse o autor de psicologia organizacional e co-autor do estudo, Dra. Barbara Griffin da University of Western Sydney.

“Este comportamento é mais sutil e difuso do que o bullying direto, que é focado e ocorre mais frequentemente, mais ainda possui grande impacto no comprometimento de um funcionário, incluindo se você permanece em uma organização, fala positivamente de seu emprego ou faz um algo mais. Pode também causar distress psicológico e má saúde física.”

“Nosso estudo demonstrou que mesmo o comentário rude eventual é o bastante para reduzir o comprometimento e fazê-lo sentir menos aplicado no seu emprego.”
O Dr. Griffin declarou que a pesquisa tem aplicações extensas nas empresas australianas.
“Sabemos que o baixo comprometimento dos funcionários afeta a produtividade e satisfação do cliente, e aumenta a rotatividade da equipe”, declarou o Dr. Griffin.
“Níveis superiores de gerência podem solucionar o problema modelando o bom comportamento e criando uma atmosfera onde as pessoas sentem que estão sendo tratadas de maneira justa. Criar procedimentos para lidar com comportamento rude, e garantir que estas políticas estão claras para todos os funcionários é também vital.”

O estudo, “Destrato interpessoal no trabalho: impacto no comprometimento de funcionários” foi realizado em conjunto com a pesquisa Best Employer da  Hewitt Associates, com mais de  54.000 funcionários de 179 organizações entre Austrália e Nova Zelândia.

O Dr. Griffin oferece as seguintes dicas para lidar com colegas mal-educados:

1. Não devolva o mesmo comportamento. Reagir com ações similares pode se tornar uma espiral crescente de comportamentos agressivos.

2. Se as circunstâncias permitirem, converse com a pessoa e diga a ela que você considera o comportamento ofensivo.

3. Entenda as políticas e procedimentos de sua organização. Se a situação piorar, você pode relatar o comportamento ofensivo de maneira oficial.

Traduzido e adaptado da Australian Psychological Society.

Invista na saúde emocional da sua equipe. Uma equipe feliz é mais produtiva, e consequentemente, mais lucrativa!

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